Por Ruy Fabiano
O sinais são bem claros: Rui Falcão, presidente do PT, diz que as eleições de outubro serão as mais difíceis que o partido já enfrentou, enquanto Lula avisa que a campanha será uma guerra. Há outras declarações de petistas graduados no mesmo tom.
Mas essas resumem o que vem por aí. Há um nítido tom de ameaça de desestabilizar o país. Mesmo assim, Dilma Rousseff continua perdendo pontos nas pesquisas, não obstante estar abrindo a caixa de bondades para melhorar sua imagem.
A campanha, a rigor, não começou. Há manifestações nas redes sociais, mas o grosso do eleitorado só tomará conhecimento quando chegar à TV aberta. Por enquanto, na chamada periferia, onde está a maioria pouco se conhece do candidato da oposição.
O uso do singular decorre do fato de, até aqui, entre os candidatos competitivos, só há mesmo o do PSDB, Aécio Neves. A chapa do PSB, Eduardo Campos-Marina Silva, não pode assim ser classificada. Faz oposição a Dilma, não ao sistema que representa.
O discurso do PSB é mais ou menos o seguinte: Lula entregou um país em ordem para Dilma, que o estragou. Não por acaso, os dois integrantes da chapa foram ministros de Lula. Faz sentido defendê-lo. Só não dá para iludir. João Pedro Stédile, o chefão do MST, já declarou que, com o PSB, nada muda, mas com Aécio haverá forte reação dos movimentos sociais.
Falta pouco para que o PT oficialize a chapa Dilma Roussef-Michel Temer. Permanece, porém, a dúvida: confirmando-se a tendência de queda de Dilma, irá o partido arriscar-se a concorrer com ela? Parte do PMDB, o mais pragmático dos partidos, já decidiu debandar, por sentir que o barco está fazendo água.
Segundo noticiou um jornal, Lula teria respondido a um parlamentar graduado do PT, há dias, que “ainda está cedo para entrar em campo”. Ficou a dúvida quanto à expressão. Em campo, ele já está há muito tempo. A rigor, nunca saiu. Daí a suspeita de que “entrar em campo” signifique mais que subir em palanques – e se traduza por assumir sua própria candidatura.
Há vantagens e desvantagens. A desvantagem é que, nessa hipótese, estaria confessando que seu “poste” fracassou. E ainda: poria em xeque sua imagem de presidente bem sucedido, já que terá, na eventualidade de se eleger, de colher os frutos que ele próprio semeou, deparando-se com uma economia em frangalhos.
A vantagem é que, constatada a inviabilidade de Dilma, Lula é ainda uma alternativa forte, com um grau de competitividade junto ao povão em princípio superior ao do candidato do PSDB. A ressalva decorre do fato de que, mesmo em relação a Lula, há dúvidas sobre se repetiria a performance de eleições anteriores.
A inflação do preço dos alimentos já está há muito sendo sentida pela população mais pobre, a que mais fundo sente seus efeitos. O discurso do nós x eles – que pretende dividir a sociedade – está por mostrar sua eficácia eleitoral.
Não foi com ele que Lula se elegeu. Ao contrário, para romper um longo ciclo de derrotas, apelou para a imagem conciliadora, do “Lulinha, paz e amor”, que culminou com a Carta aos Brasileiros, que prometia não promover rupturas na economia.
O que se constata é que o PT está numa sinuca de bico: se Dilma não decolar, terá que pôr em cena sua única figura alternativa, que é também sua liderança maior. Se ela perder, o partido se desfigura e entra em crise existencial.
O perigo está aí: nada mais perigoso que uma fera acuada. É capaz de tudo. O partido, ao longo de seus mais de onze anos no poder, formou milícias armadas e, por meio do decreto 8.243 – que institui a Política Nacional de Participação Social, dando aos movimentos sociais, que são seus satélites, meios de influir nas decisões do Executivo -, pretende manter seus militantes dentro da administração pública.
Em síntese, perdendo, o PT promete infernizar a vida de quem ganhar; ganhando, promete dar início ao processo de ruptura até aqui evitado. Depois da Copa, a guerra.
Ruy Fabiano é jornalista
sábado, 21 de junho de 2014
A nova maneira de fazer política do PSB
Pitaco -
Por Hícaro Teixeira
Por Hícaro Teixeira
O PSB soa
como o PMDB. Apoia a candidatura do petista Lindeberg Farias no Rio de Janeiro,
e ao mesmo tempo, a do tucano Geraldo Alckmin em São Paulo. Ou seja: o que
importa é o interesse.
Vale lembrar,
que Farias é condenado por corrupção ativa, formação de quadrilha e lavagem de
dinheiro pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A ex-chefe de
gabinete da Secretaria de Finanças de Nova Iguaçu, Elza Elena Barbosa Araújo,
prestou depoimento ao Ministério Público Estadual, alegando que "Lindbergh no início de seu
mandato, em 2005, teria montado um esquema de captação de propina entre
empresas contratadas pelo município – com o valor que podia chegar a R$ 500 mil
por contrato".
Entretanto,
Eduardo Campos em seu discurso diz que busca fazer "política de forma
diferente". Será?
É importante
destacar também que o deputado federal Romário (PSB), é um dos candidatos que
fará parte da chapa de Farias no Rio. E Romário diz ser um deputado
"ético".
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Aécio Neves anuncia 6 coordenadores para programa de governo
Por Hícaro Teixeira
Rio de Janeiro - Os nomes dos
especialistas que farão parte da formulação do programa de governo do candidato
à Presidência da República, Aécio Neves, do PSDB, foram apresentados nessa
sexta-feira (20), sob a coordenação de Antonio Anastania. Entre os indicados
está o economista Armínio Fraga e o ex-deputado federal Fabio Feldmann na “área
econômica e meio ambiente”.
O sociólogo Cláudio Beato ficará responsável pela segurança pública. Para “políticas sociais” a professora da PUC-SP e doutora em Serviço Social Carminha Brant; a socióloga Maria Helena Guimarães de Castro “educação”; o escritor Affonso Romano de Sant’Anna “cultura”; e o fundador do AfroReggae, José Júnior, ajudará na discussão das ações relacionadas à “juventude”.
Segundo Aécio, a ideia é buscar a elaboração de
um programa plural, que faça a convergência de linhas de pensamento distintas
de áreas essenciais ao país. A fórmula criada pelo candidato tem nomes
alinhados ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, José Serra e Geraldo
Alckimin.
Perfis
Affonso Romano de Sant’Anna (Cultura)
Affonso Romano de Sant’Anna (Cultura)
Professor,
poeta, cronista, jornalista e administrador cultural, presidiu a Fundação
Biblioteca Nacional de 1990 a 1996. Foi secretário-geral da Associação das
Bibliotecas Nacionais Ibero-Americanas e presidente do Conselho do Centro
Regional para o Fomento do Livro na América Latina e no Caribe (CERLALC).
Lecionou em diversas universidades no país e no exterior e dirigiu o
Departamento de Letras e Artes da PUC-RJ, onde foi o idealizador e organizador
do encontro Expoesia, que reuniu cerca de 600 poetas, em 1973. Autor de mais de
40 livros publicados, além de poemas célebres, como “Que país é este?”.
Carminha Brant
(Políticas Sociais)
Maria do Carmo
Brant de Carvalho possui trajetória como assistente social em órgãos públicos,
professora na PUC-SP e no exterior, doutora em Serviço Social pela PUC-SP e
pós-doutorada em Ciência Política Aplicada pela École des Hautes Études em
Sciences Sociales de Paris. Superintendente do Centro de Estudos e Pesquisas em
Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec) de 2000 a 2010. Atualmente
desenvolve consultoria a diversos projetos nas áreas de Habitação, Assistência
Social e Educação Públicas.
Cláudio Beato (Segurança Pública)
Professor titular do Departamento de Sociologia da UFMG, mestre e doutor pela Sociedade Brasileira de Instrução – SBI/IUPERJ, atualmente é coordenador do Centro de Estudos em Criminalidade e Segurança Pública (CRISP). Consultor em diversos países da América Latina para o desenvolvimento de programas e projetos de controle e prevenção da violência. Também atuou com o Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento e Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime. Coordenou o programa de governo do então candidato ao governo de Minas, Antonio Anastasia, em 2010.
José Júnior (Juventude)
Em agosto de
1993, os moradores de em Vigário Geral, no Rio de Janeiro, sofreram com uma
chacina que matou 21 pessoas. No mês seguinte, José Júnior começou um trabalho
que deu início a uma nova forma de educação e descriminalização da cidade. O
Grupo Cultural AfroReggae, que Júnior coordena, passou a oferecer oficinas de
reciclagem de lixo, percussão e de dança afro na comunidade, no Núcleo
Comunitário de Cultura. Júnior já atuou diversas vezes como mediador de
conflitos. Hoje, o AfroReggae conta com quatro núcleos de atuação, mais de 30
projetos em andamento, 9 grupos artísticos, centro de informática e programas
de TV. Suas oficinas já foram multiplicadas em vários países, a convite da ONU.
Maria Helena
Guimarães de Castro (Educação)
Socióloga
especialista em Educação, mestre em Ciência Política pela Unicamp, na qual é
professora aposentada e atua como pesquisadora. Durante o governo Fernando
Henrique Cardoso, foi secretária-executiva do Ministério da Educação, em 2002,
e presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep)
de 1995 e 2001. Foi secretária de Estado de Educação de São Paulo. No governo
paulista, também foi secretária das pastas de Assistência e Desenvolvimento
Social e Ciência e Tecnologia. Atualmente, é diretora-executiva da Fundação
SEADE, de São Paulo. Participa de conselhos de entidades ligadas à educação,
como a Todos pela Educação. Membro da Academia Brasileira de Educação desde
2005.
Fabio Feldman
(Meio Ambiente e Sustentabilidade)
Deputado
constituinte responsável por grande parte da legislação ambiental brasileira,
com atuação destacada na sociedade civil, é fundador e foi o primeiro
presidente da Fundação SOS Mata Atlântica, membro do Conselho do Greenpeace
Internacional, da Conservation International (CI), do Global Reporting
Initiative (GRI), entre diversas outras entidades ligadas ao tema. Criador e
primeiro secretário-executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas e
ex-secretário de Estado de Meio Ambiente de São Paulo. Como reconhecimento pelo
seu trabalho, recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais, dentre eles
o Prêmio Global 500 das Nações Unidas.
sábado, 14 de junho de 2014
Aécio critica as “estranhas” relações do governo PT com Cuba
Por Hícaro Teixeira
SÃO PAULO - O candidato à Presidência da República Aécio Neves, do PSDB, iniciou no sábado (14), em São Paulo (SP), a corrida eleitoral rumo as rampas do Palácio do Planalto. Com o tom elevado no discurso, Aécio atacou o governo da presidente Dilma Rousseff (PT), durante a convenção que participou 5 mil pessoas.
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| Foto:psdb.org |
“Assim que eu assumir o governo mostrarei o rombo que o PT fez nas contas públicas.
Portanto, o governo alega que não tem sobrado recursos para modernizar os portos do país, as rodovias e metrôs brasileiros -, mas tem dinheiro para fazer obras em países alinhados ideologicamente”, ressaltou.
Aécio comentou que o PT tem medo de dar informações à sociedade sobre os portos em Cuba. “Irei revelar para o Brasil os benefícios que esses financiamentos tiveram”, pontua.
O objetivo, segundo Aécio, é gerar um novo Brasil, onde haja um novo ciclo de educação de qualidade e saúde digna na porta das famílias brasileiras, e falou que um tsumami vai varrer o PT do Poder.
Participaram da convenção do PSDB, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o ex-governador de SP José Serra, o atual governador do Estado, Geraldo Alckmin e o senador José Agripino do (DEM-RN).
“Não existe educação com esse atual governo. Sou professor há anos e sei o carinho que os professores merecem. Queremos agora uma educação de qualidade, da mesma forma que Aécio fez em Minas Gerais (MG). Nós queremos segurança também, quem não quer? Só a elite não precisam – pois vivem cercados de guardas”, comentou FHC
Para alegrar a festa no ninho tucano, Serra discursou em apoio ao Aécio – que foi um mérito para o candidato. O ex-governador já foi apontado pelo os próprios tucanos, como adversário interno do candidato. “Quero saudar o presidente nacional do PSDB e o futuro presidente do Brasil”, disse Serra.
Nada decidido
Seria decidido nesse sábado a escolha do nome que concorreria à vice-presidência, junto com Aécio - mas nada foi acertado. O nome do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) foi cogitado várias vezes para vice, e de Serra também, entretanto, o ex-governador informou ao jornal O Estado de S.Paulo que sairá como candidato à Câmara.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Manifestação nos estádios
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| Foto: Nilton Fukida/Estãdo Conteúdo |
Opinião:Por Hícaro Teixeira
As manifestações anunciadas durante todos esses meses ocorreu dentro do estádio ontem, na abertura da Copa do Mundo. Se a presidente Dilma Rouseff foi vaiada - coisa boa ela não andou fazendo para as coisas chegarem a esse ponto. O tom de agressividade levantado no estádio é o mesmo que o governo levanta para a população nesses 4 anos.
As manifestações anunciadas durante todos esses meses ocorreu dentro do estádio ontem, na abertura da Copa do Mundo. Se a presidente Dilma Rouseff foi vaiada - coisa boa ela não andou fazendo para as coisas chegarem a esse ponto. O tom de agressividade levantado no estádio é o mesmo que o governo levanta para a população nesses 4 anos.
Portanto, é legítimo a manifestação de pensamento - e vale lembrar que não é um "patriotismo inatural" - e sim liberdade de expressão.
Vale lembrar, no entanto, que a Constituição Federal no inciso IV do artigo 5º. assegura que é “livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”, e o parágrafo 2º, do mesmo artigo constitucional, também veda “toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística”. A liberdade de expressão é um instrumento da democracia - e tem que ser respeitado.
A FIFA está querendo barrar torcedores que estão entrando no estádio com cartazes, faixas ou mesmo vestir roupas que exprimam opiniões políticas - e isso fere a liberdade de expressão.
O mais engraçado no meio desse acontecimento é que a elite sempre leva a culpa, só porque os xingamentos e vaias partiram da arquibancada em que o valor do ingresso é R$ 990,00. E não foi a primeira vez que isso aconteceu. Na Copa das Confederações, a presidente foi vaiada também, no Estádio Nacional em Brasília.
A Dilma pode passar em um bairro pobre que é vaiada e xingada da mesma forma.
Foto: Nilton Fukida/Estãdo Conteúdo
sábado, 7 de junho de 2014
O poder da mentira
Análise/Opinião
Por Hícaro Teixeira
As pessoas estão jogando da forma mais baixa nesse ano eleitoral. Fico impressionado, a cada dia, com associação da imagem do Aécio Neves com a cocaína. Quem repete e compartilha essa história mostra que perdeu o freio, e principalmente, o bom senso.
No entanto, isso não serve só para o Aécio: já disseram que a presidente Dilma Rousseff "usa cueca" - e vários outras histórias. Essas calúnias criam um marketing negativo em cima da pessoa, que é difícil de desgrudar lá na frente, pois a imprensa passa a repetir isso constantemente, a ponto de desgastar a imagem da pessoa.
O que me impressiona é ver profissionais - que tem anos de experiência na minha frente, de vida e profissão, compartilhar isso, sem ter uma prova sequer. Observo muitos compartilhando links sem checar a informação, que vem de "blogs sujos" (de direita e esquerda) que criam histórias bizarras. Portanto, a melhor dica é observar quem escreve. Faça uma pesquisa sobre o nome do autor... Veja se ele tem provas (documentos: imagens, fotos, vídeos, áudio, laudos, exames ou até comprovação por parte Polícia Federal).
Caros, a informação de um jornalista nunca comprova nada, muitos acham que só o fato do profissional publicar num jornal, é algo concreto. Hoje a falta de ética no jornalismo destrói muitas reputações. Lembre-se: até o William Bonner erra. Já vi ex-professores postando links bizarros - acredite - e para uma pessoa tornar-se professor é necessário estudar anos num mestrado.
Na última segunda-feira, no Roda Vida, programa de entrevistas da TV Cultura, assisti o candidato Aécio Neves, e um jornalista muito importante do jornal Folha de S.Paulo, que respeito e acompanho muito, questionou Aécio sobre o uso da maconha na adolescência. Não sei se o objetivo do jornalista foi construir uma ponte para que a pergunta do outro colega da revista Piauí caminhasse em cima - com o objetivo de dar a oportunidade de ser questionado a tal história "da cocaína". Depois o jornalista da revista insistiu muito nesse ponto, afim de desgastar o candidato.
Um dos objetivos do marketing também é aproveitar a imagem de "político jovem" do Aécio e associar como "o cara das baladas em Leblon" ou "o jovem cheirador". Isso é baixo. Até histórias de que ele teve "overdose" aparecem nesses blogs.
E aí a gente coloca um exemplo: vem um jornalista e questiona a Dilma, no meio do programa, se ela é homossexual. Poxa, por favor, né? Isso não é desnecessário?
A mentira chega num nível tão elevado que faz as pessoas comentarem o seguinte: "Pra que irei escolher um candidato que dizem que cheira pó? Ele vai pegar o dinheiro público e comprar tudo de pó pra cheirar". E é daí pra pior. O que falta é ter bom senso e compreensão.
Por Hícaro Teixeira
As pessoas estão jogando da forma mais baixa nesse ano eleitoral. Fico impressionado, a cada dia, com associação da imagem do Aécio Neves com a cocaína. Quem repete e compartilha essa história mostra que perdeu o freio, e principalmente, o bom senso.
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| Aécio em uma festa com a filha |
O que me impressiona é ver profissionais - que tem anos de experiência na minha frente, de vida e profissão, compartilhar isso, sem ter uma prova sequer. Observo muitos compartilhando links sem checar a informação, que vem de "blogs sujos" (de direita e esquerda) que criam histórias bizarras. Portanto, a melhor dica é observar quem escreve. Faça uma pesquisa sobre o nome do autor... Veja se ele tem provas (documentos: imagens, fotos, vídeos, áudio, laudos, exames ou até comprovação por parte Polícia Federal).
Caros, a informação de um jornalista nunca comprova nada, muitos acham que só o fato do profissional publicar num jornal, é algo concreto. Hoje a falta de ética no jornalismo destrói muitas reputações. Lembre-se: até o William Bonner erra. Já vi ex-professores postando links bizarros - acredite - e para uma pessoa tornar-se professor é necessário estudar anos num mestrado.
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| Aécio durante uma entrevista à imprensa. O blog Diário do Mundo publicou uma falsa notícia de que ele estaria bêbado na imagem. |
Um dos objetivos do marketing também é aproveitar a imagem de "político jovem" do Aécio e associar como "o cara das baladas em Leblon" ou "o jovem cheirador". Isso é baixo. Até histórias de que ele teve "overdose" aparecem nesses blogs.
E aí a gente coloca um exemplo: vem um jornalista e questiona a Dilma, no meio do programa, se ela é homossexual. Poxa, por favor, né? Isso não é desnecessário?
A mentira chega num nível tão elevado que faz as pessoas comentarem o seguinte: "Pra que irei escolher um candidato que dizem que cheira pó? Ele vai pegar o dinheiro público e comprar tudo de pó pra cheirar". E é daí pra pior. O que falta é ter bom senso e compreensão.
sexta-feira, 6 de junho de 2014
A iniciativa privada ia financiar a construção dos estádios, diz Dilma
06 Junho 2014 – 21:49
Por Hícaro Teixeira
Por Hícaro Teixeira
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| Heinrich Aikawa/Instituto Lula |
“No início a FIFA nos informou que os estádios seriam privados. Com o passar do tempo vimos que não ia aparecer estádio nenhum. Nos dispomos financiar com um valor que chegava a R$ 4 bilhões. O gasto com os estádios no total foram de R$ 8 bilhões, sendo que 4 bilhões foi financiamento que o governo federal colocou à disposição dos 12 estádios”, afirmou.
E, também, Dilma explicou sobre a construção dos aeroportos, alegando que no período em que o terminal 3 de Cumbica foi inaugurado, “houveram apenas umas goteiras”.
Assim que o terminal foi concluído, a mídia noticiou que além das goteiras faltava água nos banheiros e ausência de sinalização – que inclusive – foram apontadas pelos passageiros.
Dilma esteve presente junto com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no evento organizado pelo PT gaúcho, para lançar a chapa com a pré-candidatura de Tarso Genro à reeleição para o governo do Estado e do ex-governador Olívio Dutra (PT) ao Senado, ao lado dos aliados do PC do B, PTB, PR, PROS, PTL, PTC.
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