Por Hícaro Teixeira
Nessa semana será lançado um livro polêmico - Assassinato de Reputações - Um Crime de Estado (Topbooks; 557 páginas; R$ 69,90), de Romeu Tuma Junior, ex-secretário nacional de Justiça do governo Lula, que revelará sobre a fábrica de dossiês dos petistas contra adversários. Um crime que é praticado até hoje na esfera federal.
Temos hoje, como exemplo, os dossiês que foram apresentados pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, à Polícia Federal, para levantar falso testemunho sobre o escândalo do metrô de São Paulo. No livro terá provas com nomes, documentos, detalhes e datas.
Tuma, na época, recebia ordens do Palácio do Planalto, da Casa Civil e do próprio Ministério da Justiça (MJ) para atacar adversários. Conforme o autor revela no livro, ele recebeu dossiês de parlamentares, ministros e assessores petistas, “que hoje são figuras importantes do governo atual”. O ex-secretário também conta que o ex- ministro da Justiça Tarso Genro, pressionava pessoalmente para deixar vazar os dossiês à imprensa.
O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) afirmou para o jornal O Globo nesse domingo (8), que as acusações do ex-secretário nacional de Justiça são bombásticas, e diz que o PSDB precisa tomar providências para esclarecer os fatos descritos por Tuma. “Vamos discutir iniciativas apropriadas para esclarecer essas denúncias, porque não é apenas a questão dos dossiês, aos quais já estamos até acostumados.
De acordo com o senador, “o caso não pode ficar restrito apenas a uma denúncia”.
domingo, 8 de dezembro de 2013
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Sensacionalismo Barato. Por Hícaro Teixeira
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| Moacyr Lopes/Folhapress |
Durante a investigação do superfaturamento do Metrô do Estado de São Paulo, em nenhum momento, o Ministério Público de SP aponta José Serra e Geraldo Alckimin como autores do desvio. Fique atento com algumas notícias que a revista Carta Capital e Istoé vem publicando.
Segundo o promotor de Defesa do Patrimônio Público Marcelo Milani, os contratos foram assinados entre 2008 e 2010, referentes à reforma de 98 trens das linhas 1-Azul e 3-Vermelha.
Tá! Sabemos que os contratos foram assinados no período do governo Serra, Mário Covas e Alckimin, todos PSDB, mas não significa que eles estejam envolvidos, como acusam as revistas. Só teremos certeza do fato, após a divulgação do relatório final do MP, que pode confirmar se tem o dedo dos três, ou não.
É importante lembrar, que essas investigações é uma guerra política que poderá causar terremotos, se brincar, nas eleições de 2014 no Distrito Federal para prejudicar a candidatura de Arruda/Roriz (Obs: não estou defendendo).
O jornal o Estado de S.Paulo revelou que o deputado estadual licenciado do PT Simão Pedro, passou um dossiê sobre a prática de cartel para o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, que deveria ter passado o documento para Procuradoria Geral da República (PGR), e não à Polícia Federal (PF). E tem mais: o dossiê que Pedro passou foi forjado. Como? Existe uma carta anônima em inglês datada de junho de 2008 que possui uma tradução para o português.
A carta é endereçada à direção da Siemens na Alemanha e denuncia práticas ilegais da própria Siemens no Brasil. Em alguns trechos, a tradução para o português não bate com o texto original. Resumindo: as informações foram distorcidas para incriminar o PSDB.
Em inglês está: "Autoridades brasileiras estão investigando o envolvimento de pagamento de propina a funcionários de governo". Na versão para o português esse trecho vira "durante muitos anos a Siemens vem subornando políticos na sua maioria do PSDB e diretores da CPTM, metrô de São Paulo e metrô de Brasília”.
Com informações do Estadão Conteúdo
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Regalias aos mensaleiros. Por Renato Souza
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Foto: Breno Fortes.
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A Polícia Federal (PF) comprou pizzas para os mensaleiros no primeiro dia de cadeia. Uma regalia que não é compartilhada aos demais detentos, que só podem comer a quentinha da cadeia. O cardápio da primeira noite no xadrez é citado em relatório do procurador federal dos Direitos do Cidadão, Aurélio Virgílio Veiga Rios, que visitou o Centro de Detenção Provisória da PF, na Papuda, em 17 deste mês, um dia após a transferência dos presos a Brasília.
Na ocasião, o procurador e dois promotores do Ministério Público do DF encontraram no local restos da comida entregue na véspera. Ao todo dez pizzas foram compradas na "Pizzaria Nathely", no Jardim Botânico.O local vende pizzas ao preço de R$ 10, R$ 14 e R$ 17, dependendo do sabor e tamanho. As massas foram levadas à cela 4, que abrigava o deputado José Genoino (PT-SP), o ex-ministro José Dirceu, o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, e o ex-tesoureiro do PL (hoje PR), Jacinto Lamas.
A Polícia Federal alegou que as pizzas foram compradas para os agentes, e oferecidas apenas para José Genoíno por educação. Mas Genoíno tem hipertensão e não pode comer alimentos salgados. Procurada pela imprensa, a pizzaria "Nathely" afirmou que "não vende massas com pouco sal ou especialmente para quem tem hipertensão.
A massa já vem pronta de fábrica," disse um atendente. Se a história da PF for verdade, os agentes podem ser os culpados do mal súbito de José Genoíno. Fato que lhe permitiu cumpri prisão domiciliar.
domingo, 24 de novembro de 2013
ESPECIAL MENSALÃO: E agora, a culpa é de quem?
Por Hícaro Teixeira
Colaboração de Renato Souza
Após o Supremo Tribunal Federal (STF) decretar a prisão dos condenados do julgamento do mensalão, entre eles José Genoíno, Delúbio Soares e o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o Partido dos Trabalhadores tem feito fortes pressões no presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, alegando que ele desrespeitou a lei. E ainda afirmaram que Barbosa “não agiu corretamente ao pedir que os condenados cumprissem a pena em Brasília”. Juristas, deputados, advogados, militantes e parentes ligados ao PT, além de atacarem Barbosa, fizeram duros ataques à imprensa, STF e 'elites' – como se muitos não fizessem parte da própria elite.
Com medo de comprometer a corrida nas eleições de 2014, percebe-se que Dilma, no momento, não quer demonstrar tanta preocupação, apesar de ser companheira de Genoíno. Mas nem é preciso, pois os próprios grupos ligados ao PT não estão abaixando a cabeça. O jurista Celso Bandeira de Mello, professor de direito da PUC-SP reprova as decisões tomadas por Barbosa, depois que foi decretado a prisão dos mensaleiros na sexta-feira (15), data da Proclamação da República.
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| Agência Brasil |
O decano do Supremo, ministro Celso de Mello, disse que o caso de mensalão "foi um dos episódios mais vergonhosos da história política do Brasil". O ministro também declarou no ano passado, que em mais de 44 anos de carreira na Justiça, nunca viu tão bem caracterizado o crime de quadrilha. "Nunca presenciei caso em que o delito de quadrilha aparecesse tão nitidamente caracterizado”.
Testemunhas
Seria surreal, uma corte mandar vários políticos para a cadeia sem provas e testemunhas. Por exemplo: alguns depoimentos indicaram que Genoíno negociara valores a serem repassados ao PP e ao PTB. A conversa em Brasília entre Delúbio e Genoíno com Pedro Henry e Pedro Correia, do PP, foi presenciada por Vadão Gomes. Eles conversaram sobre a necessidade de ajuda financeira do PT. Esse depoimento bateu com o de José Janene, que confirmou que o PP havia feito um acordo de cooperação entre o PP e o PT. Isso não é o suficiente?
Livre
Genoíno recebeu alta do Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF), na manhã do domingo (24), e foi para a casa da filha no DF. Segundo boletim médico o político "teve uma melhora significativa na pressão arterial e coagulação do sangue". O presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, emitiu uma autorização provisória para que ele cumpra pena domiciliar. O STF deve ainda emitir um parecer definitivo, se Genoíno volta para a prisão ou se cumprirá a pena em casa.
Com colaboração de Renato Souza e informações do Estadão Conteúdo e Conjur.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Aécio critica governo Dilma e tenta mostrar proximidade com PSB
Ricardo Della Coletta e Eduardo Bresciani - Estadão Conteúdo
Após reunião com a bancada de seu partido na Câmara, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse nesta quarta-feira, 16, que o PSDB reúne as "melhores condições" para encerrar o período do PT na presidência da República. O senador também afirmou que as posições de Eduardo Campos e Marina Silva são próximas aos ideais de sua sigla.Tido como provável candidato tucano à presidência em 2014, Aécio fez duras críticas à política econômica do governo Dilma e buscou mostrar proximidade com a aliança Campos-Marina.
Na tentativa de se aproximar do discurso do PSB, ele afirmou que "também condena a polarização" da política brasileira entre o PSDB e o PT. "O governo (do PT) sempre apostou nessa polarização, porque com isso gostaria de levar a eleição para o passado, para a discussão de legados", disse Aécio. "O que queremos é falar de futuro. Quem quer continuar falando de passado é o PT", pontuou.
Além disso, o senador mineiro afirmou que seu partido tem condições de retomar um "ciclo de crescimento" para o País. "Um ciclo em que a retomada do crescimento seja uma prioridade e a volta do emprego de qualidade uma obsessão. Foi um momento de convergência do PSDB, sabemos da nossa responsabilidade para com o País", disse Aécio, referindo-se a reunião com a bancada tucana da Câmara dos Deputados.
Perguntado sobre como o PSDB pretende se colocar para a população como a melhor opção entre as forças de oposição, Aécio disse que a sigla "vai mostrar os êxitos da experiência" tucana. "A nossa história é o nosso passaporte", afirmou. "Todos se manifestaram dizendo da necessidade de mostrarmos os êxitos das nossas experiências e a coragem que tivemos lá atrás: ao encerrarmos o ciclo inflacionário, ao construirmos a agenda da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e com a modernização da economia", disse.
Aécio disse ainda que o governo petista gerou um clima de desconfiança dos investidores em relação ao Brasil e criticou o que chamou de "cemitério de obras inacabadas" pelo País. Citando o aumento da previsão de preços da refinaria de Abreu e Lima e da transposição do rio São Francisco, Aécio Neves disse que "o Brasil não pode aceitar o padrão da ineficiência como algo normal". "Um próximo governo vai demonstrar, sobretudo se for do PSDB, o quanto este governo fez mal para o País. O quanto nos tirou na fila de país prioritário para investimentos", concluiu.
Rede.Buscando mostrar proximidade à aliança Campos-Marina, o senador lembrou que o PSDB manteve uma posição clara em favor da criação da Rede, partido que a ex-ministra Marina Silva tentou registrar na Justiça Eleitoral, sem sucesso, e apoiou a candidatura do governador pernambucano. "O PSDB teve uma posição clara em favor da criação da Rede e contra o projeto que inibia a criação de novos partidos", disse. "Sempre estimulamos a candidatura do Eduardo Campos para ampliar o debate. O que queremos é uma discussão plural".
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| PSDB.ORG |
Na tentativa de se aproximar do discurso do PSB, ele afirmou que "também condena a polarização" da política brasileira entre o PSDB e o PT. "O governo (do PT) sempre apostou nessa polarização, porque com isso gostaria de levar a eleição para o passado, para a discussão de legados", disse Aécio. "O que queremos é falar de futuro. Quem quer continuar falando de passado é o PT", pontuou.
Além disso, o senador mineiro afirmou que seu partido tem condições de retomar um "ciclo de crescimento" para o País. "Um ciclo em que a retomada do crescimento seja uma prioridade e a volta do emprego de qualidade uma obsessão. Foi um momento de convergência do PSDB, sabemos da nossa responsabilidade para com o País", disse Aécio, referindo-se a reunião com a bancada tucana da Câmara dos Deputados.
Perguntado sobre como o PSDB pretende se colocar para a população como a melhor opção entre as forças de oposição, Aécio disse que a sigla "vai mostrar os êxitos da experiência" tucana. "A nossa história é o nosso passaporte", afirmou. "Todos se manifestaram dizendo da necessidade de mostrarmos os êxitos das nossas experiências e a coragem que tivemos lá atrás: ao encerrarmos o ciclo inflacionário, ao construirmos a agenda da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e com a modernização da economia", disse.
Aécio disse ainda que o governo petista gerou um clima de desconfiança dos investidores em relação ao Brasil e criticou o que chamou de "cemitério de obras inacabadas" pelo País. Citando o aumento da previsão de preços da refinaria de Abreu e Lima e da transposição do rio São Francisco, Aécio Neves disse que "o Brasil não pode aceitar o padrão da ineficiência como algo normal". "Um próximo governo vai demonstrar, sobretudo se for do PSDB, o quanto este governo fez mal para o País. O quanto nos tirou na fila de país prioritário para investimentos", concluiu.
Rede.Buscando mostrar proximidade à aliança Campos-Marina, o senador lembrou que o PSDB manteve uma posição clara em favor da criação da Rede, partido que a ex-ministra Marina Silva tentou registrar na Justiça Eleitoral, sem sucesso, e apoiou a candidatura do governador pernambucano. "O PSDB teve uma posição clara em favor da criação da Rede e contra o projeto que inibia a criação de novos partidos", disse. "Sempre estimulamos a candidatura do Eduardo Campos para ampliar o debate. O que queremos é uma discussão plural".
Maria do Rosário, em nota, desmente notícias falsas do blog Joselito Muller
Por Hícaro Teixeira
Ontem o blog do Joselito Muller publicou uma notícia falsa da ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, dizendo que ela ficou "comovida" ao assistir o vídeo do assaltante que virou viral na internet. A SDH/PR publicou uma nota no site informando que a ministra solicitou à Polícia Federal criteriosa investigação e responsabilização dos autores da notícia mentirosa publicada no blog.
“Sou defensora plena da liberdade de expressão, mas a manipulação é inadmissível” afirmou a ministra em nota.
A ministra também ressaltou que o "policial agiu dentro da lei" e ainda alertou que a internet tem, na mairia das vezes, se tornado uma aliada essencial para a democratização da informação.
Confira a nota pública em: http://www.sdh.gov.br/noticias/2013/outubro/nota-publica-sobre-falsas-declaracoes-atribuidas-a-ministra-maria-do-rosario-1
Ontem o blog do Joselito Muller publicou uma notícia falsa da ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, dizendo que ela ficou "comovida" ao assistir o vídeo do assaltante que virou viral na internet. A SDH/PR publicou uma nota no site informando que a ministra solicitou à Polícia Federal criteriosa investigação e responsabilização dos autores da notícia mentirosa publicada no blog.
“Sou defensora plena da liberdade de expressão, mas a manipulação é inadmissível” afirmou a ministra em nota.
A ministra também ressaltou que o "policial agiu dentro da lei" e ainda alertou que a internet tem, na mairia das vezes, se tornado uma aliada essencial para a democratização da informação.
Confira a nota pública em: http://www.sdh.gov.br/noticias/2013/outubro/nota-publica-sobre-falsas-declaracoes-atribuidas-a-ministra-maria-do-rosario-1
domingo, 13 de outubro de 2013
O verdadeiro medo do PT. Por Hícaro Teixeira
Preocupado com o susto de Marina Silva e Eduardo Campos semana passada, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fora diretamente para o Palácio do Planalto reunir-se com a presidente Dilma Rousseff, após ter participado da 3ª Conferência Global sobre o Trabalho Infantil. Além de Dilma estava na reunião o presidente do PT, Rui Falcão, o ex-ministro Franklin Martins, da Secretaria de Comunicação Social do governo Lula, o marqueteiro de Dilma, João Santana; o ministro da Educação, Aloizio Mercadante e o chefe de gabinete de Dilma, Giles Azevedo. Durante a reunião que iniciou às 13h, na quinta-feira 10, Lula passou mais de quatro horas ‘maquinando’. Mercadante demonstrou preocupação. “Esperávamos três candidatos e agora têm dois. Não está claro quem é o candidato em nenhum dos partidos. Há apenas uma tendência hoje em relação a duas outras candidaturas. Podemos ter mudanças ainda, inclusive nessas candidaturas. O foco principal para quem governa é a qualidade do governo. É nisso que estará nossa vitória”, afirmou à imprensa.
A política é que nem uma nuvem: todo segundo há mudanças. Marina e Campos viraram os líderes da oposição. Preciso nem comentar da saída do PSB da base governista que causou insônias, né? Os petistas andam num tremendo desespero; nas redes sociais militantes, sindicalistas e colunistas (CartaCapital) tentam demonizar a imagem dos novos líderes da oposição. A violência também é uma prática comum no meio petista.
Nesse domingo a revista ISTOÉ publicou uma entrevista com Campos e ele dá o recado. “Somos capazes [Marina e ele] de mudar a qualidade da política no País. A política se degradou. Vivemos uma encruzilhada. Não podemos colocar em risco o que acumulamos nas últimas três décadas, especialmente em termos de democracia, estabilidade econômica e inclusão social”.
Campos também comentou sobre as velhas práticas da política. “Achar que basta juntar uns partidos para ter tempo de TV, contratar um bom marqueteiro e depois contar os parlamentares, distribuir ministérios entre partidos, sem discutir conteúdo de nada”, disse. Ele deixa bem claro, que a sociedade necessita de uma telefonia decente, transporte público de qualidade e energia sustentável. Ou seja, Campos está preocupado com o que a rua pautou nas manifestações de junho e julho.
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| Waldemir-Barreto-Agência-Senado |
Marina nas eleições de 2010 conseguiu 20 milhões de votos, 500 mil assinaturas para o partido que tentava criar, mas como todos sabem, a criação do Rede Sustentabilidade fora barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). E você, caro leitor, sabe muito bem o que estava por traz da decisão do TSE. É notável que os petistas colocaram o dedo. E reafirmo: foi uma agressão à democracia.
O medo do PT é grande. Como havia dito: Lula está ‘maquinando’ com os demais petistas – lembrando: o marqueteiro estava lá. Pode acontecer tudo durante a corrida eleitoral até 2014.
Após a divulgação da criação do Rede, em fevereiro, Marina estava em um comitê e o áudio da fala dela fora manipulado dando sentido que apoiava o discurso do pastor e presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH) , Marco Feliciano (PSC-SP). Para uma pessoa que é evangélica fervorosa, é muito fácil armar essa cilada. Alguns militantes do PT pipocaram as redes sociais de compartilhamento – e interlocutores também.
Campos e Marina deixaram bem claro que há divergências entre eles, mas os “dois lados terão de ceder um pouco”. E você, acha que ambos não irão fiscalizar um e outro?
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